quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Plurais: as culturas de Belém
Anderson Costa
Jeniffer Soares
Karina Monteiro
2PPN-2010
A globalização tem, sim, o efeito de contestar e deslocar as identidades centradas e “fechadas” de uma cultura nacional. Ela tem um efeito pluralizante sobre as identidades, produzindo uma variedade de possibilidades e novas posições de identificação, e tornando as identidades mais posicionais, mais políticas, mais plurais e diversas; menos fixas, unificadas ou trans-históricas.
Belém, a cidade morena nos faz vibrar com uma típica mistura de ritmos e danças. Sua identidade indefinida é formada por um processo híbrido, com a influência de várias nacionalidades.
A “cultura urbana” é reestruturada ao ceder o protagonismo do espaço público ás tecnologias eletrônicas. Como quase tudo na cidade “acontece” porque a mídia o diz e como parece que ocorre como a mídia quer, acentua-se a mediatização social, o peso das encenações, as ações políticas se constituem enquanto imagens políticas.
Plurais- A encenação de um povo. Cultura de um todo”, o curta-metragem produzido por acadêmicos da Universidade da Amazônia- UNAMA, apresentado à disciplina Estudos da cultura Brasileira, retrata o hibridismo cultural que é dado a partir da desespacialização de informações, na sociedade contemporânea a identidade se torna plural tendo grande auxilio dos meios de comunicação e das redes sociais.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Multilinguismo no Brasil:A força da diversidade linguística dos índios brasileiros
Especialização em Língua Portuguesa e Análise Literária
Unama 2010/2011
Disponível: http://pib.socioambiental.org/pt/c/no-brasil-atual/linguas/troncos-e-familias

“Tudo índio, tudo parente...” (Nilson Chaves)
Referências:
"http://www.niee.ufrgs.br/alunos/alunos/projeto/equipes/xingu/xingu.html" "http://pib.socioambiental.org/pt/c/no-brasil-atual/linguas/multilinguismo"
Fotos retiradas da Internet
domingo, 16 de janeiro de 2011
Hibridizações na Amazônia: novos caminhos da música clássica em Belém
Rodrigo Binttencourt
Wiliiam Syade
Aryevellis Damasceno
Deyse Mello
Jordan Magave
sábado, 8 de janeiro de 2011
Tomé-Açu: Pará no coração, Japão na “ponta da língua”
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Hibridismo cultural em Belém
Fábio Braz
Iranilson Santarosa
sábado, 1 de janeiro de 2011
As multiliguagens na Amazônia: em foco as línguas indígenas
Camila Almeida
Especialização em Língua Portuguesa e Análise Literária
UNAMA- 2010
Línguas Indígenas
Às vezes uma das línguas torna-se o meio de comunicação mais usado. Os especialistas chamam essa língua de língua-franca.
Fontes de informação:
• Aryon Dall´Igna Rodrigues. Línguas Brasileiras – para o conhecimento das línguas indígenas (1986)
• UNESCO Vitalidade da língua e línguas em perigo de extinção (2003)
• Laboratório de Línguas Indígenas da Universidade de Brasília
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Vizinhanças híbridas em Belém
Renata Teodozio
Ismailana Moura
Victor Azevedo
domingo, 26 de dezembro de 2010
Multilinguismo na Amazônia
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| Etnia Maku (pib.socioambiental.org). |
![]() |
(pib.socioambiental.org). |
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Tecnobrega, Cultura, Sociedade e Hibridismo
Állan Campos
Segundo Semestre de Publicidade
UNAMA- 2010
O movimento não precisou de grandes gravadoras, nem de produtores renomados que mandam e desmandam na essência do estilo. Eles tiveram sua própria criação, produção, edição e logística de marketing e vendas.Na verdade, as pessoas que trabalham no meio fazem de tudo, elas são os cantores, músicos, produtores, engenheiro de áudio, enfim tudo, da produção à distribuição, passando pela edição, todos são as mesmas pessoas.
Para esse feito, elas se valem de um instrumento muito democrático e altamente funcional que é o computador, simplesmente com um computador eles fazem todos esses processos e distribuem entre camelôs da cidade para comercialização. Dentro de semanas ou meses aquela música daquele CD distribuído por uma pessoa normalmente sem formação específica no assunto, e que teve que ser um autodidata com a tecnologia, estará sendo ouvido por uma grande parte da população.
Hoje, em festa de aparelhagem e até mesmo em festa de criança, a população escuta a música que movimenta uma grande parte da população.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Entre cidades, rios e matas: quilombos, aldeias e o povo do judô - o multilinguismo na Amazônia
Josiane Pereira dos Santos
Especialização em Língua Portuguesa e Análise Literária - 2010
Universidade da Amazônia- UNAMA
Com frequência, ouvimos que no Brasil só se fala português. Será mesmo verdade?
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| Foto da Festa de Santo Antônio, Curiaú, Macapá, Amapá. |
Artigo: Problemas e tendências no trabalho educacional com a língua portuguesa considerando sua condição de língua majoritária no Brasil. Bortoni-Ricardo, acessado: http://www.stellabortoni.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=663:palistaa_oo_ioogaisso_ii_liogua_poatuguisa&catid=1:post-artigos&Itemid=61
aikewara.blogspot.com
Sobre os Japoneses no Brasil, acessado: http://www.br.embjapan.go.jp/boletim/amazonia80.htmhttp://wapedia.mobi/pt/Amazonas?t=4.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Hibridismo e Globalização no Ver-o-Pêso
Rayra Janau
Ana Caroline Silva
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Múltiplas identidades na Amazônia
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| Praça da República, em Belém Foto: Monica Cruvinel |
domingo, 8 de agosto de 2010
Projeto "Crianças Suruí-Aikewára entre a tradição e as novas tecnologias" do curso de Comunicação Social da UNAMA, no Jornal Nacional
Todos sabem bem o poder mítico da Rede Globo no Brasil. E é muito importante que a matéria tenha traduzido nossa forma de pensar a realidade das sociedades indígenas atualmente, sociedades que vivem nas fronteiras.
A matéria não tratou os Aikewára como exóticos e nem demonstrou o preconceituoso estranhamento diante de índios que convivem com o novo.
Este projeto é muito significativo para os Aikewára e para nós, como universidade. Ficamos extremamente felizes de poder colocar nossa pesquisa em diálogo com a cultura Aikewára. O projeto, do curso de Comunicação Social da UNAMA mostra como a tecnologia pode ter responsabilidade social e atesta nosso compromisso com as populações tradiconais da Amazônia.
A única coisa que lamento é que não estava lá com os Aikewára, quando passou no Jornal Nacional. Queria vê-los. Queria inclusive que este texto tivesse sido escrito em conjunto com eles. A próxima postagem sobre esta matéria vai trazer a impressão deles.
No G1 também há uma matéria escrita sobre o projeto.Leia mais...
Ivânia dos Santos Neves
quarta-feira, 9 de junho de 2010
A ÉTICA JORNALÍSTICA NO CASO ESCOLA BASE
Raissa Araújo do Rosário Silva
Aluna do Curso de Jornalismo - 1o. Semestre
RESUMO
O objetivo desse artigo é destacar a importância da ética no exercício do jornalismo. Tendo como fundamento o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros (2007) e o "Caso Escola Base", de 1994, um acontecimento que teve grande repercussão na mídia e provocou o linchamento social dos acusados que posteriormente tiveram a inocência comprovada. Por falta de consistência dos fatos ou surgimento de dúvida, é recomendada uma boa investigação, de modo que venha para anular qualquer tipo de contradição. Visto que, antes de se divulgar uma informação, a apuração dos fatos veiculados é necessária, para garantir a sua veracidade e evitar que sejam transmitidas inverdades ou fatos que possam causar algum dano moral e social a pessoas inocentes.
PALAVRAS-CHAVE – Código de ética. Jornalismo. Escola Base.
1 INTRODUÇÃO
Apesar de haver inúmeros casos onde jornalistas e empresas jornalísticas – por falta de preparo ou bom-senso – faltam com os princípios éticos, escolhi um fato bem antigo, o Caso Escola Base (1994), por ter sido um escândalo que marcou profundamente a imprensa brasileira, para analisar e depois ressaltar a importância da ética no exercício do jornalismo. Episódio este, que desestruturou vidas pela informação mal-apurada de um repórter irresponsável, em que sua ânsia pelo furo falou mais alto que a ética.
No ano que ocorreu este caso, já existia e estava em vigor o código de ética para os jornalistas, votado no Congresso Nacional, em 1987. Daí o valor em abordar a relevância de se praticarem os princípios éticos na atividade jornalística, tendo como base no mínimo, o código de ética vigente e a responsabilidade de apurar os fatos com um grande número de fontes, principalmente quando se trata de uma acusação.
2 O CASO
Foi em março de 1994, em São Paulo, que a Escola de Educação Infantil Base sofreu uma denúncia de abuso sexual contra alunos, apresentada pelas mães de dois estudantes. Os seis acusados eram os donos da escola Ichshiro e Maria Aparecida Shimada, os sócios da instituição, Maurício e Paula de Alvarenga, e um casal de pais de outro aluno, Saulo e Mara Cristina Nunes
O delegado Edelcio Lemos, responsável inicialmente pelo caso, encaminhou as duas crianças para o IML, para a realização do exame de corpo de delito. A notícia ganhou notoriedade quando os acusados foram encaminhados a delegacia para prestar depoimento e a mãe de uma das crianças, Cléa Patente comunicou por telefone a Rede Globo. Embora o laudo do IML se mostrasse inconclusivos para se assegurar que as crianças tenham sido vítimas de atos libidinosos, o delegado afirmava em entrevistas que de fato o crime havia ocorrido, quando nem ele mesmo possuía provas concretas.
Mesmo com nada realmente comprovado, com base, somente, na persuasão de Edelcio e em laudos preliminares, durante dois meses, vários veículos de comunicação noticiaram comumente o “Caso Escola Base”. Apontando sem a devida apuração e investigação de todas as versões do fato, os seis acusados, indiscutivelmente, como culpados. Que passaram a ser vistos como monstros pela sociedade. E mesmo de forma distorcida e parcial, a história ganhou destaque, com direito a manchetes sensacionalistas. Tudo isso contribuiu para linchamento social dos acusados, depredação de suas moradias e da escolinha, que se tornaram vítimas posteriormente.
No entanto, em Junho de 1994, o inquérito policial do “Caso Escola Base”, foi arquivado por falta de provas de ter acontecido um crime, e não tendo nada no inquérito que incriminasse os acusados. Logo depois do arquivamento, a fim de serem ressarcidos, os supostos acusados deram inicio a uma ação jurídica por danos morais contra o Estado e alguns veículos de comunicação, que alegaram ter sido vitimas das informações passadas pelo delegado. Sendo que somente onze anos após o ocorrido, a Rede Globo foi condenada a pagar cerca de 450 mil reais para cada acusado no Caso Escola Base. Porém isto não foi suficiente para reestruturar a vida dos denunciados já prejudicados social, moral e psicologicamente.
3 FALANDO DA (FALTA DE) ÉTICA
No artigo 2º, parágrafo II do código de ética da profissão fica estabelecido que: “a produção e a divulgação da informação devem se pautar pela veracidade dos fatos e ter por finalidade o interesse público;”. Entretanto se por um lado a intenção era comunicar a delação, considerada verdadeira, alertando a população sobre o tema, por outro, a mídia queria muito mais, ou melhor, criou um espetáculo midiático atrás de audiência e de leitores, apelando para o sensacionalismo, ferindo mais vez os princípios éticos, por colocar os interesses comerciais acima dos objetivos sociais e informativos que deram origem a profissão. Visto que, de acordo com no art. 11, parágrafo I, o jornalista não pode divulgar informações “visando o interesse pessoal ou buscando vantagem econômica”.
Outro erro foi expor os indivíduos à opinião pública, que eram inocentes, por fundamentar-se apenas em suposições, que também ferem o exercício ético do Jornalismo, no sentido de que o profissional, em casos de denúncias ou até outros, deve apurar os fatos, ouvindo um grande número de fontes para transmiti-los com responsabilidade e com argumentos que sustentem uma acusação. Já que o público deposita total confiança nas notícias dadas por estes instrumentos de informação.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os jornalistas devem se conscientizar que o compromisso com a verdade e a apuração precisa dos fatos são os principais princípios éticos, que asseguram o bom exercício da profissão em seu papel social. No entanto, antes de publicar algum acontecimento de caráter social devem analisar a relevância do direito a informação e do direito individual de preservar a integridade física e social dos cidadãos, para que equívocos sejam evitados.
É inegável, que todo esse espetáculo midiático (indevido) do caso Escola Base, priorizou e obteve altos índices de audiência, o sensacionalismo não permitiu que se checasse da veracidade dos fatos e inibiu a reflexão de um caso social muito importante, que talvez pudesse ter trazido uma solução ou um melhor esclarecimento do assunto.
O público leitor ou ouvinte de um jornal deposita credibilidade nos veículos de informação, para tanto o emissor não pode tratar a notícia como um produto publicitário, que se limita a chamar a atenção de seu destinatário. Pois "a melhor notícia nem sempre é a que se dá primeiro, mas muitas vezes a que se dá melhor" (GARCIA MÁRQUEZ, 1996)
REFERÊNCIAS
Autor desconhecido. Caso da Escola Base. 7 ago. 2006. Disponivel: <http://nalu.in/66> Acessado em :30/05/2010
CODIGO DE ÉTICA DOS JORNALISTAS BRASILEIROS. Vitória. 2007. Disponível em <http://www.fenaj.org.br>. Acessado em: 29/05/2010.
MÁRQUEZ, GABRIEL GARCIA. A melhor profissão do mundo. 20 out. 1996. Disponível em: <http://www.observatoriodaimprensa.com.br/mat2010a.htm> Acessado em: 31/05/2010.
KARHAWI, ISSAAF. Caso Escola Base – O (não) cuidado jornalístico com a publicação de denúncias. 11 jun. 2009. Disponível em: <http://curiofisica.com.br/artigos/noticias>Acessado em: 30/05/2010.
O GLOBO ONLINE. Entenda o caso da Escola Base. 13 nov. 2006. Disponivel em: <http://oglobo.globo.com/sp/mat/2006/11/13/286621871.asp> Acessado em: 30/05/2010.

























