sábado, 8 de janeiro de 2011
Tomé-Açu: Pará no coração, Japão na “ponta da língua”
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Hibridismo cultural em Belém
Fábio Braz
Iranilson Santarosa
sábado, 1 de janeiro de 2011
As multiliguagens na Amazônia: em foco as línguas indígenas
Camila Almeida
Especialização em Língua Portuguesa e Análise Literária
UNAMA- 2010
Línguas Indígenas
Às vezes uma das línguas torna-se o meio de comunicação mais usado. Os especialistas chamam essa língua de língua-franca.
Fontes de informação:
• Aryon Dall´Igna Rodrigues. Línguas Brasileiras – para o conhecimento das línguas indígenas (1986)
• UNESCO Vitalidade da língua e línguas em perigo de extinção (2003)
• Laboratório de Línguas Indígenas da Universidade de Brasília
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Vizinhanças híbridas em Belém
Renata Teodozio
Ismailana Moura
Victor Azevedo
domingo, 26 de dezembro de 2010
Multilinguismo na Amazônia
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| Etnia Maku (pib.socioambiental.org). |
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(pib.socioambiental.org). |
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Tecnobrega, Cultura, Sociedade e Hibridismo
Állan Campos
Segundo Semestre de Publicidade
UNAMA- 2010
O movimento não precisou de grandes gravadoras, nem de produtores renomados que mandam e desmandam na essência do estilo. Eles tiveram sua própria criação, produção, edição e logística de marketing e vendas.Na verdade, as pessoas que trabalham no meio fazem de tudo, elas são os cantores, músicos, produtores, engenheiro de áudio, enfim tudo, da produção à distribuição, passando pela edição, todos são as mesmas pessoas.
Para esse feito, elas se valem de um instrumento muito democrático e altamente funcional que é o computador, simplesmente com um computador eles fazem todos esses processos e distribuem entre camelôs da cidade para comercialização. Dentro de semanas ou meses aquela música daquele CD distribuído por uma pessoa normalmente sem formação específica no assunto, e que teve que ser um autodidata com a tecnologia, estará sendo ouvido por uma grande parte da população.
Hoje, em festa de aparelhagem e até mesmo em festa de criança, a população escuta a música que movimenta uma grande parte da população.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Entre cidades, rios e matas: quilombos, aldeias e o povo do judô - o multilinguismo na Amazônia
Josiane Pereira dos Santos
Especialização em Língua Portuguesa e Análise Literária - 2010
Universidade da Amazônia- UNAMA
Com frequência, ouvimos que no Brasil só se fala português. Será mesmo verdade?
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| Foto da Festa de Santo Antônio, Curiaú, Macapá, Amapá. |
Artigo: Problemas e tendências no trabalho educacional com a língua portuguesa considerando sua condição de língua majoritária no Brasil. Bortoni-Ricardo, acessado: http://www.stellabortoni.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=663:palistaa_oo_ioogaisso_ii_liogua_poatuguisa&catid=1:post-artigos&Itemid=61
aikewara.blogspot.com
Sobre os Japoneses no Brasil, acessado: http://www.br.embjapan.go.jp/boletim/amazonia80.htmhttp://wapedia.mobi/pt/Amazonas?t=4.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Hibridismo e Globalização no Ver-o-Pêso
Rayra Janau
Ana Caroline Silva
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Múltiplas identidades na Amazônia
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| Praça da República, em Belém Foto: Monica Cruvinel |
domingo, 8 de agosto de 2010
Projeto "Crianças Suruí-Aikewára entre a tradição e as novas tecnologias" do curso de Comunicação Social da UNAMA, no Jornal Nacional
Todos sabem bem o poder mítico da Rede Globo no Brasil. E é muito importante que a matéria tenha traduzido nossa forma de pensar a realidade das sociedades indígenas atualmente, sociedades que vivem nas fronteiras.
A matéria não tratou os Aikewára como exóticos e nem demonstrou o preconceituoso estranhamento diante de índios que convivem com o novo.
Este projeto é muito significativo para os Aikewára e para nós, como universidade. Ficamos extremamente felizes de poder colocar nossa pesquisa em diálogo com a cultura Aikewára. O projeto, do curso de Comunicação Social da UNAMA mostra como a tecnologia pode ter responsabilidade social e atesta nosso compromisso com as populações tradiconais da Amazônia.
A única coisa que lamento é que não estava lá com os Aikewára, quando passou no Jornal Nacional. Queria vê-los. Queria inclusive que este texto tivesse sido escrito em conjunto com eles. A próxima postagem sobre esta matéria vai trazer a impressão deles.
No G1 também há uma matéria escrita sobre o projeto.Leia mais...
Ivânia dos Santos Neves
quarta-feira, 9 de junho de 2010
A ÉTICA JORNALÍSTICA NO CASO ESCOLA BASE
Raissa Araújo do Rosário Silva
Aluna do Curso de Jornalismo - 1o. Semestre
RESUMO
O objetivo desse artigo é destacar a importância da ética no exercício do jornalismo. Tendo como fundamento o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros (2007) e o "Caso Escola Base", de 1994, um acontecimento que teve grande repercussão na mídia e provocou o linchamento social dos acusados que posteriormente tiveram a inocência comprovada. Por falta de consistência dos fatos ou surgimento de dúvida, é recomendada uma boa investigação, de modo que venha para anular qualquer tipo de contradição. Visto que, antes de se divulgar uma informação, a apuração dos fatos veiculados é necessária, para garantir a sua veracidade e evitar que sejam transmitidas inverdades ou fatos que possam causar algum dano moral e social a pessoas inocentes.
PALAVRAS-CHAVE – Código de ética. Jornalismo. Escola Base.
1 INTRODUÇÃO
Apesar de haver inúmeros casos onde jornalistas e empresas jornalísticas – por falta de preparo ou bom-senso – faltam com os princípios éticos, escolhi um fato bem antigo, o Caso Escola Base (1994), por ter sido um escândalo que marcou profundamente a imprensa brasileira, para analisar e depois ressaltar a importância da ética no exercício do jornalismo. Episódio este, que desestruturou vidas pela informação mal-apurada de um repórter irresponsável, em que sua ânsia pelo furo falou mais alto que a ética.
No ano que ocorreu este caso, já existia e estava em vigor o código de ética para os jornalistas, votado no Congresso Nacional, em 1987. Daí o valor em abordar a relevância de se praticarem os princípios éticos na atividade jornalística, tendo como base no mínimo, o código de ética vigente e a responsabilidade de apurar os fatos com um grande número de fontes, principalmente quando se trata de uma acusação.
2 O CASO
Foi em março de 1994, em São Paulo, que a Escola de Educação Infantil Base sofreu uma denúncia de abuso sexual contra alunos, apresentada pelas mães de dois estudantes. Os seis acusados eram os donos da escola Ichshiro e Maria Aparecida Shimada, os sócios da instituição, Maurício e Paula de Alvarenga, e um casal de pais de outro aluno, Saulo e Mara Cristina Nunes
O delegado Edelcio Lemos, responsável inicialmente pelo caso, encaminhou as duas crianças para o IML, para a realização do exame de corpo de delito. A notícia ganhou notoriedade quando os acusados foram encaminhados a delegacia para prestar depoimento e a mãe de uma das crianças, Cléa Patente comunicou por telefone a Rede Globo. Embora o laudo do IML se mostrasse inconclusivos para se assegurar que as crianças tenham sido vítimas de atos libidinosos, o delegado afirmava em entrevistas que de fato o crime havia ocorrido, quando nem ele mesmo possuía provas concretas.
Mesmo com nada realmente comprovado, com base, somente, na persuasão de Edelcio e em laudos preliminares, durante dois meses, vários veículos de comunicação noticiaram comumente o “Caso Escola Base”. Apontando sem a devida apuração e investigação de todas as versões do fato, os seis acusados, indiscutivelmente, como culpados. Que passaram a ser vistos como monstros pela sociedade. E mesmo de forma distorcida e parcial, a história ganhou destaque, com direito a manchetes sensacionalistas. Tudo isso contribuiu para linchamento social dos acusados, depredação de suas moradias e da escolinha, que se tornaram vítimas posteriormente.
No entanto, em Junho de 1994, o inquérito policial do “Caso Escola Base”, foi arquivado por falta de provas de ter acontecido um crime, e não tendo nada no inquérito que incriminasse os acusados. Logo depois do arquivamento, a fim de serem ressarcidos, os supostos acusados deram inicio a uma ação jurídica por danos morais contra o Estado e alguns veículos de comunicação, que alegaram ter sido vitimas das informações passadas pelo delegado. Sendo que somente onze anos após o ocorrido, a Rede Globo foi condenada a pagar cerca de 450 mil reais para cada acusado no Caso Escola Base. Porém isto não foi suficiente para reestruturar a vida dos denunciados já prejudicados social, moral e psicologicamente.
3 FALANDO DA (FALTA DE) ÉTICA
No artigo 2º, parágrafo II do código de ética da profissão fica estabelecido que: “a produção e a divulgação da informação devem se pautar pela veracidade dos fatos e ter por finalidade o interesse público;”. Entretanto se por um lado a intenção era comunicar a delação, considerada verdadeira, alertando a população sobre o tema, por outro, a mídia queria muito mais, ou melhor, criou um espetáculo midiático atrás de audiência e de leitores, apelando para o sensacionalismo, ferindo mais vez os princípios éticos, por colocar os interesses comerciais acima dos objetivos sociais e informativos que deram origem a profissão. Visto que, de acordo com no art. 11, parágrafo I, o jornalista não pode divulgar informações “visando o interesse pessoal ou buscando vantagem econômica”.
Outro erro foi expor os indivíduos à opinião pública, que eram inocentes, por fundamentar-se apenas em suposições, que também ferem o exercício ético do Jornalismo, no sentido de que o profissional, em casos de denúncias ou até outros, deve apurar os fatos, ouvindo um grande número de fontes para transmiti-los com responsabilidade e com argumentos que sustentem uma acusação. Já que o público deposita total confiança nas notícias dadas por estes instrumentos de informação.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os jornalistas devem se conscientizar que o compromisso com a verdade e a apuração precisa dos fatos são os principais princípios éticos, que asseguram o bom exercício da profissão em seu papel social. No entanto, antes de publicar algum acontecimento de caráter social devem analisar a relevância do direito a informação e do direito individual de preservar a integridade física e social dos cidadãos, para que equívocos sejam evitados.
É inegável, que todo esse espetáculo midiático (indevido) do caso Escola Base, priorizou e obteve altos índices de audiência, o sensacionalismo não permitiu que se checasse da veracidade dos fatos e inibiu a reflexão de um caso social muito importante, que talvez pudesse ter trazido uma solução ou um melhor esclarecimento do assunto.
O público leitor ou ouvinte de um jornal deposita credibilidade nos veículos de informação, para tanto o emissor não pode tratar a notícia como um produto publicitário, que se limita a chamar a atenção de seu destinatário. Pois "a melhor notícia nem sempre é a que se dá primeiro, mas muitas vezes a que se dá melhor" (GARCIA MÁRQUEZ, 1996)
REFERÊNCIAS
Autor desconhecido. Caso da Escola Base. 7 ago. 2006. Disponivel: <http://nalu.in/66> Acessado em :30/05/2010
CODIGO DE ÉTICA DOS JORNALISTAS BRASILEIROS. Vitória. 2007. Disponível em <http://www.fenaj.org.br>. Acessado em: 29/05/2010.
MÁRQUEZ, GABRIEL GARCIA. A melhor profissão do mundo. 20 out. 1996. Disponível em: <http://www.observatoriodaimprensa.com.br/mat2010a.htm> Acessado em: 31/05/2010.
KARHAWI, ISSAAF. Caso Escola Base – O (não) cuidado jornalístico com a publicação de denúncias. 11 jun. 2009. Disponível em: <http://curiofisica.com.br/artigos/noticias>Acessado em: 30/05/2010.
O GLOBO ONLINE. Entenda o caso da Escola Base. 13 nov. 2006. Disponivel em: <http://oglobo.globo.com/sp/mat/2006/11/13/286621871.asp> Acessado em: 30/05/2010.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Festival Osga de Comunicação 2010
Obrigado aos alunos.
Obrigado à Coordenação do Curso de Comunicação da Unama.
Obrigado aos professores Manuela Vieira, Marcos Dickson e Roberto Moreira.
Obrigado ao nosso monitor Diego.
Obrigado à todos os jurados.
Obrigado à todos que incentivaram e ajudaram de alguma forma.
Obrigado à todos que foram assistir ao Festival.
Vinheta de Abertura do Festival Osga de Comunicação 2010
Antes de Ouvir a Verdade
Ganhador de Melhor Filme e Melhor Roteiro
Predatory
Ganhador de Melhor Atraiz e Melhor Edição
Defensores do Império
Ganahdor de Melhores Efeitos Especiais
Grazy
Ganhador de Melhor Figurino e Melhor Ator
Fear
Ganhador de Melhor Fotografia
Kalango Man
Ganhador de Maior Mico
Sonora
Ganhador de Melhor Cartaz
Patricinha no Paraíso
A Encomenda
A Fórmula da Ambição
Tenha Dó
O Caminho sem Volta
Cartazes do filmes
segunda-feira, 3 de maio de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Múltiplas identidades, culturas híbridas e "tribos urbanas" em Belém do Pará
De fato, a definição, como discutimos em sala, não é conclusiva. Mas, a despeito desta inconclusão, o objetivo é falar sobre os jovens que vivem em Belém. Sem perder de vistas que criam e recriam suas identidades. Não é possível defini-los apenas como evangélicos ou homossexuais. Assim como todos nós, na pós-modernidade, os jovens de Belém transitam por múltiplas identidades, que envovlvem religão, sexualidade, música...
Em Belém e suas redondezas, há um grupo especial, que não poderia constar na relação de tribos urbanas de outras regiões do Brasil e do mundo: os jovens que se organizam em torno do Tenobrega e das festas de aparelhagem. Por esta particularidade regional, as primeiras postagens de trabalhos de nossos alunos que falam destas tribos urbanas em Belém, vão começar por esta "tribo". Na sequência virão os jovens evangélicos, os emos, patricinhas, reggeiros e homossexuais.
Ivânia dos Santos Neves































